Depois de um tempo longo na estrada, chegamos numa cidade, qual eu não sei.
- Como cê sabe vir aqui? - Olhei pra ele que prestava atenção no caminho.
- Já vim várias vezes com o pessoal da banda.
- Ah - disse e voltei a prestar atenção no caminho.
Depois de mais 10 minutos, chegamos. Ou eu acho que chegamos.
- Vem - Lucas pegou minha mão e me puxou delicadamente.
- Calma ou - ri.
Lucas me levou para uma parte da praia que tinha poucas pessoas. Já estava no fim do pôr do sol então sentamos na areia pra ver aquela cena.
- Amei - sorri olhando o sol sumir completamente.
- Top demais, fala sério. - Lucas disse rindo.
- Aham - concordei - Isso merece uma foto.
Peguei meu celular e coloquei na câmera frontal. Fizemos pose e quando fui tirar a foto Lucas beijou meu rosto fazendo que a foto ficasse simplesmente perfeita.
- Besta - ri.
- Um pouco, talvez muito.
Lucas ficou de pé e me estendeu a mão. Não entendi o que ele iria fazer, mas segurei nela me levantando também.
Num piscar de olhos, Lucas me colocou nas costas.
- LUCAS ME COLOCA NO CHÃO AGORA! - eu estava de ponta cabeça em seu ombro. Ele só ria, e eu só percebi aonde estávamos quando vi que ele começou a pisar na água.
- VOCÊ NÃO É LOUCO DE FAZER ISSO! - comecei a dar tapas nas costas dele, mas ele só ria e não falava nada. Eu juro que na hora que eu descer daqui eu mato ele!
Lucas começou a correr, rindo que nem uma criança.
- Lucas, to ficando tonta, me coloca no chão. - disse meio mole. E então rapidamente ele me colocou no chão, na verdade na água
- Oque foi? Tá sentindo alguma coisa? - ele disse me olhando com uma carinha de preocupado e depois passou as mãos pelo meu cabelo. Tirei sua mão e saí correndo.
- Tão inocente - gritei enquanto corria em direção do carro, mas a bendita areia fofa não me ajudou muito.
- VO-VOCÊ ME ENGANOU! A NÃO. - olhei pra trás e ele começou a correr atrás de mim. Eu não sabia se ria ou se corria, e em questão de segundos senti seus braços me envolver.
- Não Lucas. Por favor. - disse rindo. Ele me soltou e ficou de frente para mim, só que ainda estava segurando meus braços.
- O que eu ganho?
- Minha companhia já é um ótimo prêmio.
- Não, eu merecia GANHAR um prêmio por aguentar sua companhia - ele fez questão de aumentar o tom no "ganhar"
O olhei abismada e ele começou a rir.
- To brincando.
- Vou fingir que acredito. - disse rindo.
Voltamos a nos sentar ali e de repente Lucas dá um pulo dizendo que já voltava. Logo depois ele apareceu com um violão, se sentou novamente e me olhou.
- Onde você vai você leva o violão? - disse olhando ele.
- É, acho que sim - ele riu e começou a tocar umas notas.
- Que música é essa? - disse me ajeitando para ficar de frente com ele.
Ele não me respondeu apenas começou a cantar olhando pro chão.
- Como cê sabe vir aqui? - Olhei pra ele que prestava atenção no caminho.
- Já vim várias vezes com o pessoal da banda.
- Ah - disse e voltei a prestar atenção no caminho.
Depois de mais 10 minutos, chegamos. Ou eu acho que chegamos.
- Vem - Lucas pegou minha mão e me puxou delicadamente.
- Calma ou - ri.
Lucas me levou para uma parte da praia que tinha poucas pessoas. Já estava no fim do pôr do sol então sentamos na areia pra ver aquela cena.
- Amei - sorri olhando o sol sumir completamente.
- Top demais, fala sério. - Lucas disse rindo.
- Aham - concordei - Isso merece uma foto.
Peguei meu celular e coloquei na câmera frontal. Fizemos pose e quando fui tirar a foto Lucas beijou meu rosto fazendo que a foto ficasse simplesmente perfeita.
- Besta - ri.
- Um pouco, talvez muito.
Lucas ficou de pé e me estendeu a mão. Não entendi o que ele iria fazer, mas segurei nela me levantando também.
Num piscar de olhos, Lucas me colocou nas costas.
- LUCAS ME COLOCA NO CHÃO AGORA! - eu estava de ponta cabeça em seu ombro. Ele só ria, e eu só percebi aonde estávamos quando vi que ele começou a pisar na água.
- VOCÊ NÃO É LOUCO DE FAZER ISSO! - comecei a dar tapas nas costas dele, mas ele só ria e não falava nada. Eu juro que na hora que eu descer daqui eu mato ele!
Lucas começou a correr, rindo que nem uma criança.
- Lucas, to ficando tonta, me coloca no chão. - disse meio mole. E então rapidamente ele me colocou no chão, na verdade na água
- Oque foi? Tá sentindo alguma coisa? - ele disse me olhando com uma carinha de preocupado e depois passou as mãos pelo meu cabelo. Tirei sua mão e saí correndo.
- Tão inocente - gritei enquanto corria em direção do carro, mas a bendita areia fofa não me ajudou muito.
- VO-VOCÊ ME ENGANOU! A NÃO. - olhei pra trás e ele começou a correr atrás de mim. Eu não sabia se ria ou se corria, e em questão de segundos senti seus braços me envolver.
- Não Lucas. Por favor. - disse rindo. Ele me soltou e ficou de frente para mim, só que ainda estava segurando meus braços.
- O que eu ganho?
- Minha companhia já é um ótimo prêmio.
- Não, eu merecia GANHAR um prêmio por aguentar sua companhia - ele fez questão de aumentar o tom no "ganhar"
O olhei abismada e ele começou a rir.
- To brincando.
- Vou fingir que acredito. - disse rindo.
Voltamos a nos sentar ali e de repente Lucas dá um pulo dizendo que já voltava. Logo depois ele apareceu com um violão, se sentou novamente e me olhou.
- Onde você vai você leva o violão? - disse olhando ele.
- É, acho que sim - ele riu e começou a tocar umas notas.
- Que música é essa? - disse me ajeitando para ficar de frente com ele.
Ele não me respondeu apenas começou a cantar olhando pro chão.
"Procurei algum lugar pra descansar
Me cansei de amar sem ter a quem amar
Caminhei lugares sem te encontrar
Sei que errei, pedi, chorei"
Reconheci a música e comecei a cantar junto. Ele tirou seu olhar do chão e ficou cantando olhado em meus olhos. Aquela cena, aquele momento, pra mim poderia se eternizar. Eu sei lá o que tá acontecendo comigo mas a única coisa que tenho certeza é que ele me faz bem.
" Mas você chegou
E trouxe a paz pro coração, eu sei
Transformou meu mundo
E me mostrou o amor que eu deixei
Sorte a minha que a vida muda
Muita coisa o tempo cura
E me fez viver
Me cansei de amar sem ter a quem amar
Caminhei lugares sem te encontrar
Sei que errei, pedi, chorei"
Reconheci a música e comecei a cantar junto. Ele tirou seu olhar do chão e ficou cantando olhado em meus olhos. Aquela cena, aquele momento, pra mim poderia se eternizar. Eu sei lá o que tá acontecendo comigo mas a única coisa que tenho certeza é que ele me faz bem.
" Mas você chegou
E trouxe a paz pro coração, eu sei
Transformou meu mundo
E me mostrou o amor que eu deixei
Sorte a minha que a vida muda
Muita coisa o tempo cura
E me fez viver
Vem amor
E traz a cor pro que era preto e branco
Que eu vou te desenhando
Vem amor
E traz calor pro frio que vem chegando
Eu to te esperando"
Terminamos de cantar a música e ele sorriu.
- Você tem uma voz linda.
- Aham, igual vuvuzela tem un barulho adorável. - ri
- Você é diferente.
Paralisei com aquelas palavras. Não entendi o que ele quis dizer, ele estava me olhando da forma mais profunda que alguém pode olhar e aquele maldito sorriso que fez até a lua se esconder para ele brilhar.
Não o respondi, até por que não tinha o que responder. Me virei de frente para o mar, já estava tudo escuro, só iluminado apenas com o brilho da lua que refletia na água. Estava começando a ventar, me encolhi ali. Meus pensamentos voavam, eu + um cantor famoso + praia basicamente deserta + a noite. Pois é, estou irreconhecível.
- Tá pensando no que? - Lucas disse colocando uma blusa dele nas minhas costas. Dá onde ele tirou ela? Só Deus sabe.
- Obrigada - sorri e senti o perfume dele que estava na blusa inundar meus sentidos. Fechei os olhos disfarçadamente para poder apreciá-lo.
- To pensando em como a vida é generosa comigo - olhei para ele e sorri.
Lucas estava com os braços apoiados no joelho, então passei minha mão por seu braço e deitei em seu ombro. Senti ele se arrepiar quando fiz isso e soltei uma risada abafada.
Ficamos em silêncio por creio eu parecer horas, mas foram só cinco minutos.
- Vamos? Tá frio e você deve estar com fome.
- Tudo bem - concordei e me levantei
E traz a cor pro que era preto e branco
Que eu vou te desenhando
Vem amor
E traz calor pro frio que vem chegando
Eu to te esperando"
Terminamos de cantar a música e ele sorriu.
- Você tem uma voz linda.
- Aham, igual vuvuzela tem un barulho adorável. - ri
- Você é diferente.
Paralisei com aquelas palavras. Não entendi o que ele quis dizer, ele estava me olhando da forma mais profunda que alguém pode olhar e aquele maldito sorriso que fez até a lua se esconder para ele brilhar.
Não o respondi, até por que não tinha o que responder. Me virei de frente para o mar, já estava tudo escuro, só iluminado apenas com o brilho da lua que refletia na água. Estava começando a ventar, me encolhi ali. Meus pensamentos voavam, eu + um cantor famoso + praia basicamente deserta + a noite. Pois é, estou irreconhecível.
- Tá pensando no que? - Lucas disse colocando uma blusa dele nas minhas costas. Dá onde ele tirou ela? Só Deus sabe.
- Obrigada - sorri e senti o perfume dele que estava na blusa inundar meus sentidos. Fechei os olhos disfarçadamente para poder apreciá-lo.
- To pensando em como a vida é generosa comigo - olhei para ele e sorri.
Lucas estava com os braços apoiados no joelho, então passei minha mão por seu braço e deitei em seu ombro. Senti ele se arrepiar quando fiz isso e soltei uma risada abafada.
Ficamos em silêncio por creio eu parecer horas, mas foram só cinco minutos.
- Vamos? Tá frio e você deve estar com fome.
- Tudo bem - concordei e me levantei
Ele também levantou, pegou o violão e fomos pro carro.
Passamos em uma lanchonete e comemos qualquer bobeira e fomos embora. Depois de um tempo, chegamos em casa, chamei o Lucas pra entrar e ele aceitou. Ficamos jogados no sofá assistindo tv e jogando conversa fora, vi o celular do Lucas em cima da mesinha da sala peguei e comecei a tirar foto fazendo careta, ele logo se juntou a mim e saia cada foto, meu deus.
- Meu Deus, não dá pra aproveitar nenhuma foto - ri enquanto olhava o álbum no celular.
- Dá sim, se você apagar alguma te espanco.
- Você o que? - olhei sério pra ele
Ele gargalhou e aquilo foi poesia para meus ouvidos - Nada. Mas sério, não apaga - e em questão de um piscar de olhos ele tirou o celular da minha mão.
- Se você postar alguma, EU te espanco - fiz questão de por ênfase no "eu"
- Vou contar pra minha mãe que você quer me bater. - ele pegou o celular e fingiu ligar - Manheeee, estão querendo me bater, vem aqui dá um jeito.
Ri alto - Você é podre demais. Nossa.
Me ajeitei no sofá e o Lucas deitou nos meus ombros
- Além de tudo é folgado - ri
Ele apenas sorriu e ficou me encarando.
- Perdeu alguma coisa? - ri já ficando vermelha de vergonha da forma que ele estava me olhando.
- Acho que sim. - sem dar tempo de hesitar, Lucas segurou meu rosto delicadamente e me beijou.
Passamos em uma lanchonete e comemos qualquer bobeira e fomos embora. Depois de um tempo, chegamos em casa, chamei o Lucas pra entrar e ele aceitou. Ficamos jogados no sofá assistindo tv e jogando conversa fora, vi o celular do Lucas em cima da mesinha da sala peguei e comecei a tirar foto fazendo careta, ele logo se juntou a mim e saia cada foto, meu deus.
- Meu Deus, não dá pra aproveitar nenhuma foto - ri enquanto olhava o álbum no celular.
- Dá sim, se você apagar alguma te espanco.
- Você o que? - olhei sério pra ele
Ele gargalhou e aquilo foi poesia para meus ouvidos - Nada. Mas sério, não apaga - e em questão de um piscar de olhos ele tirou o celular da minha mão.
- Se você postar alguma, EU te espanco - fiz questão de por ênfase no "eu"
- Vou contar pra minha mãe que você quer me bater. - ele pegou o celular e fingiu ligar - Manheeee, estão querendo me bater, vem aqui dá um jeito.
Ri alto - Você é podre demais. Nossa.
Me ajeitei no sofá e o Lucas deitou nos meus ombros
- Além de tudo é folgado - ri
Ele apenas sorriu e ficou me encarando.
- Perdeu alguma coisa? - ri já ficando vermelha de vergonha da forma que ele estava me olhando.
- Acho que sim. - sem dar tempo de hesitar, Lucas segurou meu rosto delicadamente e me beijou.
Maisssss
ResponderExcluirMais kerida
ResponderExcluirContinuaaaaaaa :c
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